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RAPHAEL PERRONE

A presença de Raphael Perrone na fundação do Corinthians evidencia a forte influência da comunidade de imigrantes italianos na formação do clube.

Inserido em um contexto de trabalho, convivência comunitária e intensa vida urbana, Raphael fazia parte de um grupo de jovens que encontrava no futebol um espaço de sociabilidade e expressão. O esporte, naquele momento, já ultrapassava o campo e se tornava um elemento de identidade para muitos trabalhadores.

Sua participação no processo de fundação revela não apenas o entusiasmo pelo jogo, mas também o envolvimento com a criação de algo coletivo e duradouro.

 

Como outros fundadores, Raphael contribuiu para que o Corinthians nascesse com características populares, ligadas ao cotidiano das ruas e das relações comunitárias.

A presença italiana, tão marcante na cidade de São Paulo, encontra em figuras como Raphael uma de suas expressões dentro da história do clube.

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ANSELMO CORRÊA

Anselmo Corrêa esteve entre aqueles que participaram da organização inicial do Corinthians, contribuindo para dar forma ao clube em seus primeiros momentos.

Sua atuação se insere no contexto de um grupo que buscava estruturar o futebol de maneira mais organizada, em um cenário ainda marcado pela informalidade da várzea e pela exclusão das camadas populares dos espaços esportivos mais institucionalizados.

Anselmo representa essa dimensão organizadora do processo: a necessidade de estabelecer regras, definir funcionamento, criar uma base que permitisse ao clube existir de forma contínua.

A fundação do Corinthians não foi apenas um gesto de entusiasmo, mas também de construção — e figuras como Anselmo ajudam a entender como esse processo se deu na prática, transformando intenção em estrutura.

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CARLOS SILVA

Carlos Silva participou da fundação do Corinthians em um momento em que o futebol começava a se consolidar como prática social entre trabalhadores e imigrantes na cidade de São Paulo.

Inserido nesse ambiente, Carlos fez parte do grupo que decidiu transformar a experiência da várzea em algo mais organizado. Sua atuação esteve ligada à construção coletiva do clube, participando das decisões que definiriam sua estrutura e funcionamento.

O Corinthians nasce de encontros como esse — de jovens que compartilhavam o mesmo espaço urbano, as mesmas condições de vida e o desejo de criar algo próprio. Carlos representa esse impulso coletivo, essa passagem do jogo informal para a organização de um clube.

Sua presença na fundação reforça o caráter popular do Corinthians desde o início: um clube pensado e construído por quem vivia o futebol no cotidiano.

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JOAQUIM AMBRÓSIO

Entre os nomes que participaram da fundação do Corinthians, Joaquim Ambrósio ocupa um lugar central.

Jovem, entusiasmado e profundamente envolvido com o futebol que se espalhava pelas ruas e várzeas de São Paulo, foi um dos grandes responsáveis por transformar o interesse pelo esporte em ação concreta.

Joaquim esteve entre aqueles que acompanharam a passagem do Corinthian Football Club pelo Brasil, em 1910, e ficou marcado pela qualidade técnica e pela postura esportiva apresentada pelos ingleses. Aquela experiência não apenas encantou — provocou. Mostrou que o futebol poderia ser mais organizado, mais coletivo, mais significativo.

Foi ele quem levou essa inspiração ao grupo de amigos e ajudou a consolidar a ideia de fundar um clube. Também é lembrado por sugerir o nome Corinthians, que, mais do que uma homenagem, representava um ideal de jogo e de comportamento.

Sua atuação foi decisiva para que aquele encontro informal se transformasse em um projeto concreto — e, com isso, Joaquim ajudou a dar início a uma história que ultrapassaria o próprio futebol.

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Antônio Pereira

Antônio Pereira fazia parte do cotidiano operário da cidade de São Paulo no início do século XX, em uma região onde o futebol já começava a ganhar espaço entre trabalhadores, imigrantes e jovens da várzea.

Participante ativo da fundação do clube, Antônio esteve ligado à construção prática do Corinthians desde o início, motivo pelo queal ficou conhecido como o "Torcedor nº 1".

Sua presença se destaca pelo envolvimento direto na organização do grupo, nas primeiras decisões e na consolidação do clube como uma associação estruturada.

Em um momento em que o futebol ainda era fortemente associado às elites, Antônio representa esse movimento de transformação — o desejo de ocupar o jogo, de organizar o esporte a partir de outras realidades e de criar um espaço mais acessível.

Sua trajetória se conecta com a ideia de que o Corinthians não nasce apenas como um time, mas como uma iniciativa coletiva, construída por trabalhadores que viam no futebol uma forma de encontro e identidade.

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Os Fundadores

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